16 de março de 2009

Ele elo ela

Há talvez um tempo para as coisas e uma vontade de o ir apressando. Ou um desejo velado de estar mais à frente e a incerteza inconfessa sobre o ritmo a seguir. Segredo e movimento.

(há entre ambos qualquer coisa que não se vê. Ou vê-se entre eles qualquer coisa que não há)

É um chão de coisas quebradas e um tecto a cair. É o céu aberto. Sol luz aragem. E quatro pés descalços sobre capim fresco e flores. Lugares. Impressões.

(é a certeza do solo pisado – que é apenas um. Por muitos que sejam os pontos de vista)

Um faz-de-conta. Um conta quem faz.
E somam-se os passos. Caminhos e ligações.

2 comentários:

Kleoptra disse...

Há mto tempo q n acontecia eu vir ao blog um dia depois de teres publicado um poema... =)

Nelson Ngungu Rossano disse...

Gostei de ler!!